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A Biblioteca Escolar do Agrupamento de Escolas de Resende (antes denominada BE do AVEResende) era constituída, no ano letivo de 2009/2010, pela Biblioteca do Centro Escolar de S. Martinho de Mouros (BCESMM) e pela Biblioteca Dr. Joaquim Correia Duarte (BJCD). No ano letivo de 2010/2011, a BE ficou enriquecida com a Biblioteca do Centro Escolar de Resende (BCER). Em 2011/2012, com a junção de escolas, o Agrupamento de Escolas de Resende passou a ter, com a BEgas (Biblioteca da Escola Secundária), quatro bibliotecas em funcionamento. Atualmente, e desde 2013/2014, a BE é formada por mais uma biblioteca, a do Centro Escolar de S. Cipriano (BCESC). Constituem objetivos principais da BE: disponibilizar recursos e serviços, para todas as escolas do agrupamento, e fomentar, entre estas, o diálogo e a cooperação, em parceria com as entidades locais, de modo a contribuir para a consolidação da Rede de Bibliotecas Escolares; Promover o serviço de marketing da BE.

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Outubro - Mês Internacional da Biblioteca Escolar


No âmbito das comemorações do Mês Internacional da Biblioteca Escolar (e do Mês da Literacia da Informação, nos Estados Unidos), para além das habituais actividades Ler a Crescer e Utilização da Biblioteca, os alunos têm sido convidados a participarem na(o):
* Leitura do boletim informativo da BE;
* Concurso Logotipo da BE;
* Pesquisa e registo de informação relacionada com bibliotecas;
* Escrita de uma ou duas frases sobre o que pensam acerca da biblioteca da escola;
* Visionamento do PowerPoint e preenchimento da ficha interactiva colocados na disciplina Biblioteca escolar da Plataforma Moodle do Agrupamento.

Recordamos que a RBE (Rede de Bibliotecas Escolares) declarou a última segunda-feira de Outubro como o Dia da Biblioteca Escolar que, este ano, será comemorado no próximo dia 26.

De acordo com a senhora Coordenadora da RBE, reiteramos: «a biblioteca escolar é uma biblioteca com competências para ensinar os alunos a usar as bibliotecas e os recursos. É mais um instrumento pedagógico, quer curricular, quer extra-curricular e isso tem sido um gosto imenso.» (Livros&Leituras, Setembro de 2009)
«As bibliotecas são instrumentos na capacitação de alunos, professores e famílias para a mais-valia da leitura» (Correio do Minho, 18 de Outubro de 2009)

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Ainda o Dia Mundial da alimentação



Adivinhas e provérbios relativas(os) à alimentação
No âmbito das comemorações do Dia Mundial da Alimentação, lançámos o desafio, aos alunos e professores, de colocarem, no espaço da disciplina Biblioteca Escolar da plataforma do Agrupamento, um provérbio ou uma adivinha relativo(a) à alimentação.

Aqui, deixamos os vários testemunhos dos nossos estimados colaboradores e agradecemos a sua participação.

Provérbios da turma J-1.2 - EB1 de S. Cipriano
1 . Amizade renovada é como sopa requentada. - Daniela
2 . As sopas e os amorosos, os primeiros são os melhores. - Inês
3 . A mulher e a sardinha quer-se da mais pequenina. - Sérgio
4 . A mulher e a pescada quer-se da mais alongada. - Ana
5. Sopa, café e casamento, só prestam quando estão quentes. - Bruna Silva
6 . De pequenino se torce o pepino. - Patrícia
7 . Cautela e caldo de galinha nunca fez mal a ninguém. - Marlene
8 . A cada boca uma sopa. - Mariana
9. Do prato à boca perde-se a sopa. - Luís
10 . De caldo requentado e amigo reconciliado nunca se faz um bom bocado. - Nuno
11. De grão a grão enche a galinha o papo. - Bruna Pereira
12. Das boas ceias estão as sepulturas cheias. - Ana Teresa
13. De manhã, comida de rei; ao almoço, comida de príncipe; ao jantar, comida de pobre. - Rúben José
14 . O comer e o coçar vai sempre do começar. - Diana
15 . Com papas e bolos se enganam os tolos. - Juliana
16 . Papa fria faz azia. – Francisca
17 . Antes da sopa, molha-se a boca. - João Filipe
18 . Um pisco em Janeiro vale por um carneiro. - Rúben Daniel


Casa onde não há pão, todos ralham e ninguém tem razão.
Filipe Pinto - Eb1 de S. Cipriano

Não se vive para comer, mas come-se para viver (Sócrates).
Prof.ª Clara Proença

Qual a coisa qual é ela,
nem tem arco nem arquinho e está cheio até ao batoquinho? - Resposta: Ovo

Verde foi meu nascimento, eu de luto me vesti, para dar a luz ao mundo, mil tormentos padeci. - - Resposta: Azeitona
Pedro Santos – 6.º C

-Banana com queijo sabe a beijo.
-Bolo torto não perde o gosto.
-De trigo e aveia, minha casa cheia.
-Leitão de um mês e pato de três.
-Queijo do Alentejo e vinho de Lamego.
-Sardinha de S. João pinga no pão.
-Uvas, figos e melão é sustento de nutrição.
Prof. Rui Paulo Ribeiro

Adivinhas e Provérbios da turma M 7 - Centro Escolar
Tenho camisa e casaco, sem remendo nem buraco. Estoiro como um foguete, se alguém no lume me mete.
S: castanha
Alexandre e Rúben 4 ºano
Alto estou, cor de ouro tenho, vem-me uma risada e perco quanto tenho.
S: ouriço com castanha
Ana Botelho 4º ano

Andamos sempre aos pares eu e a minha irmã do lado. Temos pauzinho e caroço e a nossa cor é encarnada. S: cereja
Ana Rasinhas 4º ano

Visto-me sempre de verde mas vermelho é o meu sumo. Tira a casaca e as pevides, de mim comes quase tudo.
S: melancia
Bruna Tamborino 4º ano

Sou vermelho e sumarento, salpicado de pintinhas. Fico bem com chantilly. Comem-me numas tacinhas.
S: morango
Christophe Oliveira 4º ano

É bom para se comer, mas não se come assado nem cru, nem cozinhado. O que é?
S: prato
Fernando Barrosa 4º ano

Faço os olhos bonitos e os coelhos são doidos por mim, cresço de pé e sirvo para pratos sem fim.
S: cenoura
Leandro Loureiro 4º ano

É uma caixinha, de bem-querer, não há carpinteiro, que a saiba fazer?
S: noz
Liliana Santos 4º ano

É uma senhora muito esbelta, que com finos véus se aperta. Quem tiver que a desapertar, muitas lágrimas há-de chorar.
S: cebola
Maria João Pereira 4º ano

Qual é coisa, qual é ela, que quanto mais alta está, melhor se lhe chega?
S: água do poço
Mónica Sequeira 4º ano

Sou branco como a neve, doce como mel; se me puseres no leite, saberás muito melhor.
S: açúcar
Patrícia Luís 4º ano

Vale mais pão duro que figo maduro.
Vera Pinto 4º ano

Do prato à boca, perde-se a sopa.
Zlatin Velev e Vítor Ferreira 4º ano

Grão a grão, enche a galinha o papo.
Alexandre Miguel 4º ano

Quem não trabuca, não manduca.
Ana Botelho 4º ano

Sem ovos, não se fazem omoletas.
Ana Rasinhas 4º ano

A fruta proibida é a mais apetecida.
Bruna Tamborino 4º ano

A fome é a melhor cozinheira.
Christophe Oliveira 4º ano

A fome é o melhor tempero.
Fernando Barrosa 4º ano

Almoço cedo, faz carne e sebo; almoço tarde, nem sebo nem carne.
Leandro Loureiro 4º ano

Comer para viver e não viver para comer.
Liliana Santos 4º ano

Galinha velha faz bom caldo.
Maria João Pereira 4º ano

Não se fazem omeletas sem partir ovos.
Mónica Sequeira 4º ano

Não se deve contar com um ovo que ainda está dentro da galinha.
Patrícia Luís 4º ano

Pão proibido abre o apetite.
Rúben Pinheiro 4º ano

Quando o pobre come frango, um dos dois está doente.
Rui Pereira 4º ano

Quem come a carne que roa os ossos.
Sophia Rodrigues 4º ano

Uma maçã por dia dá uma vida sadia.
Tiago Ferreira 4º ano

Vale mais pão duro que figo maduro.
Vera Pinto 4º ano

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Bibliop@per no Dia Mundial da Alimentação



6º H comemora o Dia Mundial da Alimentação
No Dia Mundial da Alimentação, o 6º H, turma de PCA, foi convidada a comemorar a temática, realizando um bibliop@per na sua Biblioteca Escolar.
Para dar resposta ao bibliop@per preparado, os alunos foram divididos em equipas e necessitavam de consultar dicionários, livros e pesquisar dados na Internet. Depois de completarem vários provérbios relacionados com a alimentação, terminavam as tarefas propostas, respondendo, individualmente, a um inquérito para conhecerem a qualidade da sua dieta alimentar.
A actividade pareceu-nos interessante e ter merecido a anuência dos participantes. Por isso, endereçamos, desde já, o convite a todos os outros alunos/turmas que queiram vir experimentá-la. Para o efeito, basta inscreverem-se na Biblioteca Escolar.

Comemoração do Dia Mundial da Alimentação


No âmbito das actividades comemorativas do Dia Mundial da Alimentação, a Biblioteca Escolar dinamizou a actividade intitulada "Livro digital" (PowerPoint realizado pela equipa da biblioteca do Centro Escolar), a partir da leitura de "Viagem ao Mundo da Alimentação", escrito por Manuela Leitão e ilustrado por Maria João Pereira.
Esta actividade de sensibilização teve como objectivos:
· Fazer com que as crianças aprendam, de maneira fácil e agradável, os princípios gerais de uma alimentação saudável e algumas regras que lhe estão associadas;
· Criar laços de afectividade com os livros e incentivar o diálogo, na sala de aula e em casa, promovendo a discussão familiar da temática em questão;
· Dar a conhecer mais um serviço que a Biblioteca disponibiliza.
Na continuidade deste evento, e na presença do senhor Director do Agrupamento, houve também a acção interventiva da senhora técnica de saúde ambiental do Centro de Saúde de Resende, Dr.ª Marta Guimarães, que apresentou e explorou, com muito entusiasmo, o PowerPoint "Alimentação saudável".

No desenvolvimento destas duas actividades, foram contemplados os elementos da Roda dos Alimentos, os alimentos menos aconselhados, as refeições diárias e a sua constituição ideal, a higiene e as regras alimentares a que se deverá atender, para se poder desfrutar de uma vida activa e saudável, o que mereceu a atenção de todos os participantes.

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

16 de Outubro - Dia Mundial da Alimentação

O Dia Mundial da Alimentação é reconhecido, em muitos países, como a mais importante data para alertar e consciencializar a opinião pública em relação a questões relacionadas com a nutrição e a alimentação.
Como sabemos, o homem não é apenas o que come e o corpo humano depende muito da qualidade e da quantidade dos alimentos que são ingeridos.

Recordamos, neste dia, que todo e qualquer cidadão tem direito a uma alimentação acessível, nutricionalmente correcta e culturalmente aceitável, para que possa usufruir de uma vida activa e saudável.

Ler a crescer! - Pão nosso de cada dia

Pão nosso de cada dia

Viviam juntas mãe e filha. Uma encantava pela modéstia; outra irritava pela toleima – apesar de ser bonita. Certa noite, a mãe, não podendo adormecer, preocupada a pensar no destino de sua filha, ajoelhou-se e pediu a Deus que modificasse o feitio de Sília, fazendo-a bondosa e discreta.
Na manhã seguinte, perguntou-lhe:
— Que sonho era aquele, filha, quando esta noite cantavas?
— Ai, sonhava, minha mãe, que um senhor descia de uma carruagem de cobre e me oferecia um anel com uma jóia tão preciosa e brilhante que não haverá no céu estrela de maior brilho.
— Foi um sonho de vaidade! – responde a mãe. E nisto batem à porta. Sília corre e vai abrir: entra um rico lavrador. Oferece-lhe terras de lavoura, montados, hortas, pomares, uma infinita riqueza!
— Mesmo que viesses em carro de cobre e me desses uma jóia mais fulgurante e mais bela do que uma estrela do céu, não casaria contigo. O lavrador, desiludido, foi-se embora, e, nessa noite, Sília voltou a sonhar.
— Com quem estás tu a sonhar? – perguntou a mãe, acordando-a.
— Ai, sonhava, minha mãe, que um senhor descia de uma carruagem de prata e punha nos meus cabelos valiosíssimo diadema de oiro!
— Que pecado, minha filha! Vai rezar para abrandar esse teu grande egoísmo! Na tarde do dia seguinte um moço esbelto, sadio, apareceu a oferecer-lhe a sua vida, a sua fortuna, o seu amor.
— Nem que viesses em carro de prata e pusesses nos meus cabelos formosíssimo diadema de oiro eu casaria contigo!
E o moço partiu tristemente.
— O teu orgulho há-de perder-te! – dizia a mãe para a filha. Outra noite, Sília voltou aos seus sonhos de perdição e ao ser interrogada pela mãe, contentíssima, exclamou:
— Ai, sonhava que um fidalgo descia de um carro de oiro e pedindo-me em casamento oferecia-me um vestido de rubis e diamantes.
— Não te emendas, minha filha, mas hás-de pagar bem caro essa fome de grandezas.
Momentos depois três carros paravam à porta onde residiam ambas. Um de bronze, outro de platina e outro de cristal. O primeiro puxado a doze cavalos; o segundo, a vinte cavalos; e o terceiro, a quarenta! Dos carros de bronze e platina desceram pajens vestidos de seda verde e azul. Do carro de cristal saiu um lindo rapaz coberto de pedraria. Entrou em casa de Sília e, de joelhos e humilde, beijou-lhe as mãos num sorriso.
— Finalmente, sou feliz! O meu sonho transformou-se na mais bela realidade.
E orgulhosa foi vestir o vestido de noivado. Partiram para a igreja. Os cavalos galopavam num frémito de alegria.
— Vou dar a minha mulher os meus presentes! – dizia ele ao regressar, e entrando na sala suave do seu palácio de turquesa:
— Tudo isto é para ti.
Sília sorriu e a sorrir foi-lhe dizendo:
— Sabes que já tenho fome?
— Ponham a mesa e sirvam-nos o banquete! – gritou ele aos seus vassalos.
Saladas de topázio, assados de ametistas e doce de pérolas; todos comiam e repetiam. Só ela não podia comer. A medo pediu um bocadinho de pão.
— É a única coisa que não te posso dar! – respondeu ele.
E desatou às gargalhadas, gargalhadas metálicas, cantantes, porque o seu coração também era de metal.
Ela chorou!
— Chorar para quê? Não desejavas tudo isto? Não tens agora o que sempre ambicionaste?
Rodeada de riquezas, saía do palácio, à noite, e andava de porta em porta disfarçada e muito triste, a pedir cheia de fome um bocadinho de pão.

Os Contos de António Botto
Marginália Editora, s/d

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Infobiblioescolar de Resende

Integrada nas actividades do Mês Internacional da Biblioteca Escolar e do Mês da Literacia da Informação, foi realizada a distribuição gratuita do número 1 do boletim informativo da BE, aos alunos, professores e assistentes operacionais deste agrupamento.
A sua periodicidade é mensal.