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A Biblioteca Escolar do Agrupamento de Escolas de Resende (antes denominada BE do AVEResende) era constituída, no ano letivo de 2009/2010, pela Biblioteca do Centro Escolar de S. Martinho de Mouros (BCESMM) e pela Biblioteca Dr. Joaquim Correia Duarte (BJCD). No ano letivo de 2010/2011, a BE ficou enriquecida com a Biblioteca do Centro Escolar de Resende (BCER). Em 2011/2012, com a junção de escolas, o Agrupamento de Escolas de Resende passou a ter, com a BEgas (Biblioteca da Escola Secundária), quatro bibliotecas em funcionamento. Atualmente, e desde 2013/2014, a BE é formada por mais uma biblioteca, a do Centro Escolar de S. Cipriano (BCESC). Constituem objetivos principais da BE: disponibilizar recursos e serviços, para todas as escolas do agrupamento, e fomentar, entre estas, o diálogo e a cooperação, em parceria com as entidades locais, de modo a contribuir para a consolidação da Rede de Bibliotecas Escolares; Promover o serviço de marketing da BE.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Comemoração do dia Internacional da Pessoa com Deficiência


No âmbito desta data comemorativa internacional, promovida pela Organização das Nações Unidas, com o objectivo de promover uma maior compreensão dos assuntos respeitantes à deficiência, a Unidade de Apoio Especializado à Multideficiência (UAEM) do nosso agrupamento de escolas, em articulação com a biblioteca escolar, mobilizou-se em defesa da dignidade, dos direitos e do bem-estar das pessoas com deficiência.

No auditório da EB2, a senhora coordenadora da biblioteca escolar começou por estabelecer um curto diálogo com as crianças da UAEM e os alunos do 5.º e 6.º anos, que puderam estar presentes, tendo como objectivo alertar para a importância deste dia e para a necessidade de apoiarmos e de acarinharmos as pessoas com deficiência, para podermos realizar uma maior e melhor cidadania. Passou, de seguida, para a leitura da história O Príncipe com Orelhas de Burro, recontada por Luísa Ducla Soares, em Contos para rir. Através desta leitura, foi possível contribuir para a tomada de consciência dos benefícios da integração das pessoas com deficiência numa sociedade solidária e participativa.
Seguidamente, a senhora coordenadora da educação especial apresentou o filme No fio dos limites, que se encontra no YouTube, com o objectivo de vivermos um pouco o dia-a-dia de uma pessoa com deficiência e de reconhecermos a sua integração na vida social, económica e cultural. Ainda no auditório, distribuiu, com um sorriso amigo, a todos os participantes, dois marcadores de livros com mensagens alusivas ao dia.
Para terminar, no átrio exterior da escola sede do agrupamento, foi com grande alegria e entusiasmo que se lançaram os balões com bonitas frases de apelo a uma boa e sã consciência social, relativamente às pessoas com deficiência.

segunda-feira, 30 de novembro de 2009

Recente aquisição de livros

Agradecemos, reconhecidamente, ao Exm.º Senhor Director do Museu do Douro a oferta generosa, à biblioteca do Centro Escolar de S. Martinho de Mouros, dos seguintes livros:

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

Ler a crescer - Dia 1 de Dezembro - Restauração da Independência

A biblioteca Dr. Joaquim Correia Duarte, da escola sede do AVEResende, comemorou, no passado dia 30 de Novembro, o Dia da Restauração da Independência de Portugal (1 de Dezembro).
A actividade proposta, aos alunos, consistiu na realização de uma pesquisa histórica sobre o significado da data. Neste sentido, os alunos recorreram aos recursos disponíveis na BE (consulta de livros e sites previamente seleccionados disponíveis na internet).
Após a pesquisa, selecção e tratamento da informação, os alunos elaboraram pequenos textos alusivos ao tema proposto. Os trabalhos obtidos foram diversificados, tendo sido seleccionados apenas três para partilhar com a Comunidade Escolar.
Como se pode observar nas imagens, os nossos alunos estão de parabéns pela qualidade dos trabalhos apresentados.

A Restauração

O rei D. Sebastião,
jovem e valente cavaleiro,
quer a economia na mão
e a Marrocos vai primeiro.

Lá vai com sua armada
para contra os mouros lutar.
Desaparece na batalha
e Portugal fica a chorar.

Sucede-lhe o Cardeal D. Henrique
que morre de idade, é um facto.
O povo aclama e quer que fique
nosso rei D. António, Prior do Crato.

Filipe II não se satisfaz,
pois Portugal, nas mãos, quer ter.
Aqui trava lutas e tudo faz
para monarca dualista ser.

Com alguma insegurança,
o povo lá confia.
A monarquia dualista começa
e por sessenta anos fica.

Em 1640,
recuperámos a independência.
Mas Castela, sem clemência,
invade Portugal em tormenta.

Dão-se as guerras da Restauração
com D. João IV, o “Restaurador”,
Portugal defende com furor
e, em 1668, paz então!

Minervina Dias, Crescer com versos, Edições Gailivro
Ilustração de Elsa Fernandes

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

Comemoração do Dia Universal da Criança

No quinquagésimo aniversário da aprovação da Declaração dos Direitos da Criança, pela Assembleia Geral das Nações Unidas, não quisemos que a mesma ficasse esquecida.
Assim, reunidos em grupos, por anos de escolaridade, os alunos do Centro Escolar de S. Martinho de Mouros puderam participar no diálogo acerca dos Direitos da Criança, através da exploração de um PowerPoint concebido, no ano lectivo anterior, por uma aluna da EB1 de Passos, no âmbito do Programa Nacional de Ensino do Português, na abordagem da temática "As TIC no ensino da Língua".

Alguns alunos ouviram também, com interesse e atenção, o conto O Barco, de Matilde Rosa Araújo, que apela aos valores da amizade, do amor, do carinho e da fraternidade, a que todas as crianças têm direito.
E, porque sabemos que os professores gostam de consolidar conhecimentos, sugerimos a criação de um cartaz, por turma, que retratasse as informações que foram recordadas, relativamente a este dia.
Os mesmo cartazes farão parte da exposição a realizar, na próxima semana, no átrio da entrada da Escola.


Que cada dia seja o Dia Universal da Criança!

Integrados no plano de desenvolvimento da leitura e da literacia, através da elaboração e da exposição dos cartazes, foram realizados, pelos alunos, os seguintes trabalhos:


quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Ler a crescer, no Dia Universal da Criança

O Barco
Era uma vez … Assim, há muitos anos, se começam as histórias. Era uma vez… É a história que aconteceu a um menino que se chamava João, mas podia ter outro nome qualquer. João vivia com os pais e os irmãos à beira de um rio. Um rio muito límpido, mesmo azul. Um dia, chegou à porta da casa e viu descer um lindo barco branco pelo rio abaixo. O barco branco movido a remos pelos remadores que eram crianças. E, para além de crianças, o barco ia carregado de flores. Flores brancas, azuis, vermelhas, amarelas, roxas, cor de violeta – uma folhagem verde a aconchegá-las.
Os remadores, crianças como o João, cantavam em coro. João apurou o ouvido para poder escutar. Mas não entendia as palavras do canto. E que lindo ele era! Mas em que língua seria cantado? João não entendia.
Era uma língua estranha, talvez não pertencente a um país com fronteiras. E João dizia alto:
— Venham escutar!
O pai, a mãe, os irmãos, rodearam João. Chegaram vizinhos, gente de todas as idades. E ninguém entendia. E o barco descia o rio. O Sol luminoso como nunca! O céu muito azul, nítido. Todos, pai, mãe, filhos, vizinhos, davam as mãos. Numa grande paz. Com amizade verdadeira. E o barco descia o rio azul, devagarinho, carregado de flores, de crianças que remavam e cantavam. Este canto – que João amava e todos amavam – tem um segredo. E são vocês, meus Amigos verdadeiros, que o vão cantar! Que vão dizer as palavras daquele canto. As palavras do seu amor. É essa a maravilha de ser criança. Termos sempre um rio azul. Que beija a terra e vai ter ao mar.

Matilde Rosa Araújo
O Chão e a Estrela
Lisboa, Editorial Verbo, 2000

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Dia 20 - Dia Universal da Criança

Foi durante a Assembleia Geral das Nações Unidas, no dia 20 de Novembro de 1959, que representantes de centenas de países aprovaram a Declaração dos Direitos da Criança. Esta declaração é uma adaptação especial de algumas partes da Declaração Universal dos Direitos Humanos só para as crianças.
Quando a Declaração completou 30 anos, em 20 de Novembro de 1989, a ONU também aprovou a Convenção sobre os Direitos da Criança, um ano depois considerada lei internacional.
A Declaração afirma, nos seus dez princípios, os direitos da criança a:
* Protecção especial e a que lhe sejam propiciadas oportunidades e facilidades capazes de permitir o seu desenvolvimento de modo sadio e normal e em condições de liberdade e dignidade;
* Um nome e uma nacionalidade, a partir do nascimento;
* Gozar os benefícios da previdência social, inclusive alimentação, habitação, recreação e assistência médica adequadas;
* No caso de crianças portadoras de deficiência ou incapacitadas, o direito a receber o tratamento, a educação e os cuidados especiais exigidos por sua condição peculiar;
* Ser criada num ambiente de afecto e segurança e, sempre que possível, sob os cuidados e a responsabilidade dos pais;
* Receber educação;
* Figurar entre os primeiros a receber protecção e socorro, em caso de calamidade pública;
* Protecção contra todas as formas de negligência, crueldade e exploração;
* Protecção contra todos os actos que possam dar lugar a qualquer forma de discriminação;
* Ser criada num ambiente de compreensão, de tolerância, de amizade entre os povos, de paz e de fraternidade universal.

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

Dia Internacional para a Tolerância

Comemora-se, hoje, o Dia Internacional para a Tolerância.

O Dia Internacional para a Tolerância, comemorado no dia 16 de Novembro de cada ano, foi instituído pela Organização da Nações Unidas, em reconhecimento à Declaração de Paris, assinada no dia 12 deste mês, em 1995.

A Declaração de Paris fez parte do evento sobre o esforço internacional do Ano das Nações Unidas para a Tolerância. Através dela, reafirmaram-se a fé nos Direitos Humanos fundamentais, a dignidade e o valor da pessoa humana, além da intenção de poupar sucessivas gerações das guerras, por questões culturais.

Na comemoração deste dia, alguns alunos do Centro Escolar de S. Martinho de Mouros estiveram na biblioteca e recordaram, através do diálogo e da leitura, que a prática da tolerância e a convivência pacífica entre todos é um bem necessário para uma maior e melhor cidadania.