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A Biblioteca Escolar do Agrupamento de Escolas de Resende (antes denominada BE do AVEResende) era constituída, no ano letivo de 2009/2010, pela Biblioteca do Centro Escolar de S. Martinho de Mouros (BCESMM) e pela Biblioteca Dr. Joaquim Correia Duarte (BJCD). No ano letivo de 2010/2011, a BE ficou enriquecida com a Biblioteca do Centro Escolar de Resende (BCER). Em 2011/2012, com a junção de escolas, o Agrupamento de Escolas de Resende passou a ter, com a BEgas (Biblioteca da Escola Secundária), quatro bibliotecas em funcionamento. Atualmente, e desde 2013/2014, a BE é formada por mais uma biblioteca, a do Centro Escolar de S. Cipriano (BCESC). Constituem objetivos principais da BE: disponibilizar recursos e serviços, para todas as escolas do agrupamento, e fomentar, entre estas, o diálogo e a cooperação, em parceria com as entidades locais, de modo a contribuir para a consolidação da Rede de Bibliotecas Escolares; Promover o serviço de marketing da BE.

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Reflexões - Natureza/Ambiente

Na biblioteca Dr. Joaquim Correia Duarte, durante o mês de Março, deu-se continuidade à actividade designada por “Reflexões”.
Com esta actividade de carácter lúdico-cultural pretendeu-se:
 despertar curiosidades na comunidade escolar;
 contribuir para a formação pessoal e social dos alunos;
 valorizar a imagem da biblioteca;
 estimular, nos alunos, o gosto para a participação nas actividades;
 desenvolver competências no âmbito da leitura e da escrita, potenciando o desenvolvimento da literacia da informação.
A actividade consistiu no convite à reflexão sobre um pensamento, afixado na BJCD, e posterior registo do testemunho pessoal num cartão a colocar junto deste.
A diversidade de opiniões, resultantes dos inúmeros testemunhos, exemplifica-se com alguns dos mesmos:

“Natureza protegida, uma vida garantida.”
Marinela Ferreira, assistente operacional da Escola EB2 de Resende

“Vamos cuidar da Natureza para que Ela cuide de nós.”
Diana Sabença, 5.º F

“A Natureza tem de ser protegida para nós podermos ter vida.”
“Não cortes as árvores. Ficas sem vida!”
Inês Águas, 5.º F

“Força Natureza!
Dá-nos energia para brincar, saltar, correr …”
Margarida, 6.º A

“Natureza, tu és a maior. Dás-nos tudo o que precisamos.”
“O ambiente deve ser preservado.”
Carina, 6.º F

“A Natureza é um bem precioso que devemos preservar.”
Sara Manilha, 6.º E

“A Natureza é como um sonho que viaja no nosso coração.”
Rita, 6.º E

“Alguém disse, um dia, que só depois que a última árvore for derrubada e o último rio poluído, o Homem perceberá que o dinheiro não se come.”
Profª Adélia Jorge

“A Natureza dá-nos oxigénio.”
Bárbara, 6.º C

“Devíamos cuidar do ambiente e não destruí-lo.”
Rute, 6.º D

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Ler a Crescer, no Dia da Comemoração do Nascimento de Hans Christian Andersen

Hans Christian Andersen foi um escritor dinamarquês que viveu no século XIX. Nasceu no dia 2 de Abril de 1805, em Odense. Tinha origem humilde e era filho de um sapateiro.
Em 1819, instalou-se em Copenhaga, onde, graças à ajuda de generosos protectores, estudou canto e dança. Contudo, a sua formação foi autodidacta, alimentada por abundantes leituras. A partir de 1833, começou a publicar obras dramáticas, diários, apontamentos de viagens e alguns romances.
A obra que o tornou célebre em todo o mundo foi Contos, traduzida em várias línguas.
Os primeiros contos, que fazem parte dessa obra, foram publicados entre 1835-37, tendo continuado a escrever e a publicar até chegar a um total de 156 contos, em 1872.
Os contos mais antigos estão enraizados na tradição popular: Companheiro de Viagem, Os Cisnes Selvagens.
Hans Christian Andersen dedicou-se, também, ao conto literário no mundo das fadas (O Duende, A Colina dos Elfos), numa concepção idílica da natureza (O Rouxinol, O Sapo, O Abeto, As Flores da Pequena Ida) e, inclusive, nas relações misteriosas entre os objectos mais prosaicos (A Agulha de Remendar, A Gota de Água, A Velha Lanterna, Os Trapos).
Alguns dos seus contos mais famosos deixam entrever elementos autobiográficos: O Soldadinho de Chumbo, A Pequena Sereia.
Hans Christian Andersen morreu com setenta e cinco anos de idade, em Copenhaga.

sexta-feira, 2 de abril de 2010

Ler a crescer, com a História do Coelhinho e dos Ovos da Páscoa

A figura do coelho está simbolicamente relacionada com a Páscoa, já que este animal representa a fertilidade. O coelho reproduz-se rapidamente e em grandes quantidades.
Entre os povos da antiguidade, numa época em que morria muita gente, a fertilidade era sinónimo de preservação da espécie e de melhores condições de vida. No Antigo Egipto, por exemplo, o coelho representava o nascimento e a esperança de novas vidas.
Tanto no significado religioso judeu como no cristão, a Páscoa relaciona-se com a esperança de uma vida nova.
Os ovos também estão inseridos neste contexto da fertilidade e da vida.
A figura do coelho da Páscoa foi levada para a América, pelos imigrantes alemães, entre o final do século XVII e início do XVIII e, hoje, é símbolo da Páscoa em todos os continentes.
A todos uma boa Páscoa, recheada de vida, de esperança e de fé!

segunda-feira, 29 de março de 2010

Infobiblioescolar de Resende

Já se encontra disponível o número 4 do Boletim Informativo da Biblioteca Escolar.
Boas leituras!

sexta-feira, 26 de março de 2010

Painel da Primavera



No início da semana, a equipa da Biblioteca Escolar do AVEResende convidou os alunos a escreverem uma mensagem relativa à estação do ano em que acabámos de entrar. Para isso, teriam de pedir uma flor em papel, na zona de recepção/atendimento das bibliotecas do agrupamento, onde registariam a sua mensagem e realizariam a sua ilustração, antes de a colocarem no Painel da Primavera.

Parabenizamos e agradecemos a todos os participantes, inclusive às senhoras educadoras do Centro Escolar de S. Martinho de Mouros, pelo belíssimo painel que criaram (e que se encontra na entrada da Escola).

quinta-feira, 25 de março de 2010

Ler a crescer, no Dia Internacional do Livro para a Infância e Juventude

Amanhã, comemorar-se-á o Dia Internacional do Livro para a Infância e Juventude. Deste modo, e uma vez que será realizado o Sarau Gímnico, com a participação de todos os alunos do nosso agrupamento de escolas, sugerimos a leitura do seguinte conto, como forma de lembrarmos este dia.
Livro fechado

Era uma vez um livro. Um livro fechado. Tristemente fechado. Irremediavelmente fechado. Nunca ninguém o abrira, nem sequer para ler as primeiras linhas da primeira página das muitas que o livro tinha para oferecer. Quem o comprara trouxera-o para casa e, provavelmente insensível ao que o livro valia, ao que o livro continha, enfiara-o numa prateleira, ao lado de muitos outros. Ali estava. Ali ficou.
Um dia, mais não podendo, queixou-se:
– Ninguém me leu. Ninguém me liga.
Ao lado, um colega disse:
– Desconfio que, nesta estante, haverá muitos outros como tu.
– É o teu caso? – perguntou, ansiosamente, o livro que nunca tinha sido aberto.
– Por sinal, não – esclareceu o colega, um respeitável calhamaço. – Estou todo sublinhado. Fui lido e relido. Sou um livro de estudo.
– Quem me dera essa sorte – disse outro livro ao lado, a entrar na conversa. – Por mim só me passaram os olhos, página sim, página não... Mas, enfim, já prestei para alguma coisa.
– Eu também – falou, perto deles, um livrinho estreito. – Durante muito tempo, servi de calço a uma mesa que tinha um pé mais curto.
– Isso não é trabalho para livro – estranhou o calhamaço.
– À falta de outro... – conformou-se o livro estreitinho.
Escutando os seus companheiros de estante, o livro que nunca fora aberto sentiu uma secreta inveja. Ao menos, tinham para contar, ao passo que ele... Suspirou.
Não chegou ao fim do suspiro, porque duas mãos o foram buscar ao aperto da prateleira. As mãos pegaram nele e poisaram-no sobre os joelhos.
– Tem bonecos esse livro? – perguntou a voz de uma menina, debruçada sobre o livro, ainda por abrir.
– Se tem! Muitos bonecos, muitas histórias que eu vou ler-te – disse uma voz mais grave, a quem pertenciam as mãos que escolheram o livro da estante.
Começou a folheá-lo e, enquanto lhe alisava as primeiras páginas, foi dizendo:
– Este livro tem uma história. Comprei-o no dia em que tu nasceste. Guardei-o para ti, até hoje. É um livro muito especial.
– Lê – exigiu a voz da menina.
E o pai da menina leu. E o livro aberto deixou que o lessem, de ponta a ponta.
Às vezes, vale a pena esperar.

António Torrado
www.historiadodia.pt

quarta-feira, 24 de março de 2010

Comemoração do Dia do Estudante



No âmbito da comemoração do Dia do Estudante, os alunos da turma M3 estiveram presentes na Biblioteca do Centro Escolar de S. Martinho de Mouros, onde ouviram e trocaram ideias acerca da história "O Aprendiz de Feiticeiro", de Felicity Trotman e Daniel Woods.
O mesmo conto serviu como ponto de partida para dialogarem sobre o significado deste dia e para reflectirem sobre as qualidades de um bom estudante.
Atendendo a que todos os alunos da escola tinham sido convidados a participarem na criação de frases relativas a "Para ser um bom estudante...", as ideias geradas ficaram registadas num cartaz.